Esposende
marcado por ambiente de confiança e apelo para que eleições legislativas
garantam condições de governabilidade. Luís Marques Mendes desafia a esforço
junto de indecisos para voto em prol de Portugal.
O comentador político e ex-presidente do PSD,
Luís Marques Mendes, lançou hoje "um desafio e um apelo para um esforço
final junto dos cidadãos ainda indecisos, retinentes ou insatisfeitos" de
forma a votarem no próximo domingo na coligação Portugal à Frente, "em
prol do país e dos portugueses".
Participando em ações de campanha da
coligação Portugal à Frente com autarcas dos concelhos de Esposende e Barcelos,
Marques Mendes fez questão de assumir "uma análise objetiva da campanha e
do processo eleitoral", chamando a atenção para a importância de garantir
uma vitória que assegure a melhor governabilidade do país.
"A questão já não é quem ganha. A
questão é saber se a coligação Portugal à Frente consegue ou não chegar à
maioria necessária para governar, porque é também isso que - conforme posso
adiantar - todos os grandes estudos de opinião que vão ser publicados a partir
de amanhã atribuem a vitória à coligação, umas por maior outras por menor
diferença", revelou o comentador e ex-líder político.
Recorrendo à sua vasta experiência política -
incluindo "em governos de minoria, de coligação e de maioria" -,
Marques Mendes deixou o alerta para a necessidade de garantir condições de
governabilidade e estabilidade política, enquanto garante de desenvolvimento
económico e social.
"Um governo minoritário é divertido - do
ponto de vista do combate político -, mas não é útil ao pais. Só o tempo que se
perde a fazer arranjos, com arranjinho e mais arranjinhos, é muita perca de
tempo e de oportunidades. A situação é tanto mais grave quando o país está a
sair dos cuidados intensivos", atestou Marques Mendes.
Ao lado o cabeça de lista Jorge Moreira da
Silva - a quem enalteceu o "trabalho de excelência" como ministro do
ambiente -, o ex-líder e comentador defendeu que, domingo, é preciso também
"valorizar o caminho de recuperação do país, nomeadamente com crescimento
económico que é o dobro do registado entre 2000 a2010". Algo que tem de
ser rentabilizado "agora que há grandes condições para maior
crescimento".
Por outro lado, Marques Mendes alertou que
"há um risco de o país voltar mesmo para trás". E é preciso perceber
que "os sacrifícios foram grandes, mas será pior se voltarmos para
trás". Por isso, defendeu "um esforço para explicar a insatisfeitos e
indecisos esse risco e porque têm de votar". Nesse sentido, apontou mesmo
"o caso da Grécia, que não e ficção, mas sim realidade".
"Faço um apelo a todos os autarcas e
responsáveis do PSD e do CDS, para que expliquem às pessoas o que está em
causa. Sem partidarite, mas com humildade, chamando as pessoas à razão, todos
devem fazer o seu trabalho, seja em casa, com a família, com os amigos. Se
assim for, podemos chegar à maioria, que faz falta, não à coligação, mas sim ao
país", perspetivou Marques Mendes.
Dando conta do ambiente de "confiança e
alegria" na campanha da coligação Portugal à Frente, Jorge Moreira da
Silva - tal como Telmo Correia e o presidente da Câmara de Esposende, Benjamim
Pereira - realçou a grande mobilização do eleitorado e a adesão das pessoas ás
propostas da coligação. Nesse âmbito, frisou as ações em feiras e contactos com
a população, como aconteceu hoje em Braga, Vila Nova de Famalicão e Barcelos, e
ontem em Cabeceiras de Basto, Fafe e Vieira do Minho. Moreira da Silva falou
mesmo em "mobilização histórica".
Ações com Luís Marques Mendes em Esposende e Barcelos.
Posted by Portugal À Frente - Distrito de Braga on Quarta-feira, 30 de Setembro de 2015



