Jorge Moreira da Silva aponta compromissos da coligação Portugal à
Frente para um crescimento mais sustentável e justo, em contacto com as pessoas
nas feiras de Barcelos e Póvoa de Lanhoso, com trabalhadores da construção
civil em Braga e pescadores em Esposende
"Um Estado responsável,
cumpridor e capaz de satisfazer de forma eficaz as necessidades e expectativas
das pessoas" é o compromisso da coligação Portugal à Frente, para garantir
"um ciclo de crescimento sustentável, mais amigo das famílias e com mais
emprego, mais justiça social".
Num ambiente de forte
mobilização e "confiança na boa adesão das pessoas às propostas e ideias
de Portugal à Frente", Jorge Moreira da Silva aproveitou hoje as ações de
campanha nas feiras de Barcelos e Póvoa de Lanhoso para explicar às pessoas,
que o interpelaram, sobre a importância do voto no próximo domingo para o
futuro do país e de todos os portugueses.
O cabeça-de-lista da coligação
PSD/CDS-PP sublinhou o sucesso das reformas implementadas pelo atual governo e
a pertinência dos compromissos assumidos no programa eleitoral, para garantir
"um maior e melhor crescimento", com repercussões diretas na evolução
social e na qualidade de vida das pessoas".
"Mesmo em tempo de crise e
austeridade, aumentámos a despesa social em 2,7 mil milhões de euros,
aumentámos o salário mínimo e as pensões sociais mínimas, sociais e rurais. Foi
com os mais carenciados, com os mais pobres que tivemos maior atenção e foi
para eles que procurámos focar da melhor forma os recursos disponíveis",
afirmou o líder da candidatura Portugal à Frente no distrito.
Jorge Moreira da Silva referiu ainda a evolução na saúde, onde
"os medicamentos são hoje mais baratos" e há "mais 617 mil
utentes com médicos de família", fruto de um esforço de redução da dívida
do setor e mais investimento útil, como provam " os mais 3.200 médicos do
que em 2011 e a contratação de mais 2.000 enfermeiros para o SNS, a entrada em
funcionamento de 7 novos hospitais, 117 Unidades de Saúde Familiar e 32 novos
centros de saúde".
"Foi com este governo que
reduzimos os tempos de espera para cirurgias e para consultas e,
simultaneamente, temos mais 2 milhões de portugueses isentos de taxas
moderadoras", especificou Moreira da Silva, numa jornada que incluiu ainda
encontro com pescadores e visita a obras emblemáticas no litoral de Esposende.
Mais emprego com mais investimento privado
A evolução do emprego - "desde
Janeiro de 2013, há mais de 230 mil empregos criados pelas empresas" - e a
diminuição do desemprego para níveis inferiores ao início do mandato foram os
indicadores mais realçados por Jorge Moreira da Silva relativamente à situação
económica do país, numa análise efetuada durante a visita de hoje à empresa de
construção Casais, em Mire de Tibães, Braga.
"Tivemos um nível de
criação de emprego como já há vários anos não se verificava no nosso país.
Temos hoje mais 4.830 empresas do que em 2010 e as dissoluções caíram mais de
34% nos primeiros 4 meses deste ano. Isto é também fruto do maior crescimento
do investimento privado dos últimos 17 anos". destacou Moreira da Silva.
Por isso, não tem dúvidas que "Portugal
é hoje um país com confiança e uma nova esperança no futuro. Conseguimos
superar os desafios e as enormes dificuldades a que nos sujeitaram, sabendo ao
mesmo tempo iniciar com sucesso um novo rumo de crescimento sustentável para
Portugal".
Jorge Moreira da Silva fez
questão de realçar "o país está, de facto, a crescer, com menos dívida e
menos défice, temos mais produção e mais emprego efetivo".
Simultaneamente, afastou os falsos 'mitos' alimentados por partidos de
Esquerda, quando a acusações de diminuição das preocupações sociais.
Na jornada de ações levadas
hoje a efeito - onde participaram quase todos os candidatos a deputados -, o
líder do CDS na candidatura Portugal à Frente no distrito, Telmo Correia, destacou "a prova de unidade e de
concentração dos dois partidos no interesse dos portugueses e para o sucesso do
país".
Dos compromissos com os eleitores, Telmo
Correia destacou "a competitividade da indústria e a criação de emprego, a
agricultura, a floresta e a saúde, assim como as famílias e o apoio aos que
mais precisam". "Um Estado cumpridor é fundamental para uma economia saudável
e criar postos de trabalho", frisou ainda Telmo Correia.



