06 setembro, 2015

"Portugal precisa de uma maioria clara que dê estabilidade para reformar e colocar o país a crescer cada vez mais"


Jorge Moreira da Silva, cabeça de lista da Coligação Portugal À Frente no distrito de Braga, deixou alerta em convívio popular em Barcelos
O cabeça de lista da Coligação Portugal à Frente no distrito de Braga, Jorge Moreira da Silva, disse hoje, em Macieira de Rates, Barcelos, que "Portugal precisa de uma maioria clara, que dê estabilidade para reformar e colocar o país a crescer de uma forma cada vez maior e sustentável".
“Os portugueses devem refletir sobre qual é a maioria que querem ter, se uma maioria de progresso do PSD e do CDS, se uma dos socialistas, pois é sabido que votar PS pode significar PCP ou Bloco de Esquerda", alertou Moreira da Silva.

O candidato da coligação PSD(/CDS-PP falava no final de um convívio da população local – composta maioritariamente por produtores de leite - e que contou ainda com a participação dos candidatos  Telmo Correia, Joel Sá, Clara Marques Mendes, Jorge Paulo Oliveira e Vânia Silva e os líderes  concelhios do PSD e do CDS de Barcelos, José Novais e António Ribeiro.
Na ocasião, Jorge Moreira da Silva, que é ainda ministro do Ambiente, lembrou que “o país não tem condições para repetir erros do passado", frisando que “o PS não aprendeu nada com os seus erros, e quem assim é tende a repeti-los”.
“O que o PS diz é que vamos voltar ao défice e à dívida, e isso é um regresso ao período anterior a 2011”, avisou.
Já o líder do CDS/PP na lista da coligação, Telmo Correia, lembrou o caso da Grécia, onde o governo de esquerda do Syriza – frisou – prometeu não cumprir os compromissos europeus, mas retrocedeu em toda a linha em prejuízo dos gregos: “o que está em causa nestas eleições é votar na Coligação, no retomar do crescimento e progresso, ou no PS que pode levar, pela primeira vez em Portugal, as forças radicais de extrema-esquerda ao poder, o que porá em causa o que foi conseguido nos últimos anos”.
“Não fomos nós que levámos o país à bancarrota, não fomos nós que assinámos o memorando e trouxemos a troika e a austeridade”, assinalou, frisando que, em contraponto, foi a Coligação que "conseguiu pôr Portugal a crescer, com novas empresas a nascer diariamente, as exportações a aumentar e a agricultura a modernizar-se”. “Estamos nestas eleições de cabeça erguida”, sublinhou.

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Posted by Portugal À Frente - Distrito de Braga on Domingo, 6 de Setembro de 2015