12 setembro, 2015

“Não podemos colocar em risco a recuperação que já fizemos”

No lançamento da Maratona Portugal à Frente, 1500 apoiantes juntaram-se num almoço em Barcelinhos. Pedro Passos Coelho frisou que o objetivo eleitoral é obter "apoio para consolidar e levar mais longe o nosso projecto de transformação de Portugal"





Foi em ambiente de grande entusiasmo e com uma enorme onda de apoio que os líderes da coligação Portugal à Frente foram hoje recebidos em Barcelos.

Num almoço que juntou cerca de 1.500 apoiantes no pavilhão da Escola Secundária de Barcelinhos, Pedro Passos Coelho e Paulo Portas vincaram o reconhecido sucesso da recuperação do país, que agora é preciso consolidar e simultaneamente garantir que nunca mais se repitam os erros despesistas do passado.

“Não podemos colocar em risco a recuperação que fizemos nestes últimos quatro anos”, alertou Passos Coelho, referindo-se à situação em que encontrou Portugal em 2011. E salientou “ter confiança no julgamento dos portugueses” no próximo dia 4 de outubro, destacando que “não havia outro caminho para salvar o país”.

“Nós não estamos à espera da gratidão, nem do reconhecimento, mas sim à procura de apoio para consolidar e levar mais longe o nosso projecto de transformação de Portugal”, esclareceu líder da coligação PSD/CDS-PP, lamentando que os partidos da oposição nunca tenham feito qualquer esforço para ajudar os portugueses a sair da situação de falência em que foram deixados pelas governações socialistas.

Passos Coelho aproveitou para desafiar o PS para assumir uma atitude democrática e patriótica, sentando-se à mesa com o governo e em concertação social "para desenhar um novo modelo de Segurança Social que restabeleça a confiança entre as gerações”.

“Eu tenho muita pena de não estarmos aqui hoje a agradecer aos dirigentes de todos os partidos da oposição a ajudar-nos neste caminho que já fizemos até agora”, afirmou o líder da coligação Portugal à Frente.

Paulo Portas: “Partido Socialista levou o país à bancarrota”


Em dia de aniversário e com direito aos parabéns cantados pelos mais de 1.500 convivas que lotaram o pavilhão da Secundária de Barcelinhos, Paulo Portas fez questão de assinalar as diferenças que marcam as garantias da coligação PSD/CDS-PP em relação às "promessas impossíveis" dos socialistas.

“Eu quero dizer-vos hoje aqui no Minho que, como bem muito sabem, aquilo que traz o crescimento económico, o investimento e a criação de emprego não são os outdoors, mas sim a estabilidade”, afirmou o líder centrista.

Paulo Portas lamentou ainda que “o Partido Socialista nunca foi capaz de agradecer o esforço e o sacrifício que fizeram os trabalhadores, os reformados e os desempregados deste país, por causa do que fez anteriormente o Governo do Partido Socialista, com as suas contas públicas descontroladas que o levou o país à bancarrota”.
Paulo Portas, apelando de seguida “à classe média portuguesa, que é o pilar do desenvolvimento do país, para não deixar que os sacrifícios e os esforços feitos sejam atirados fora”. E pediu que “no dia 4 de outubro nos dêem estabilidade e segurança para Portugal”.

 “E neste momento nós tem condições para crescer mais e criar mais emprego”, segundo destacou Paulo Portas sublinhou que “temos neste momento um Governo com a honestidade de dizer que vamos recuperar os salários da função pública e vamos respeitar a integridade das pensões, bem como o aumento do abono de família para os agregados mais desfavorecidos, mas sempre com o défice abaixo dos três por cento e a dívida resolvida”.

“Ainda hoje de manhã, em Braga, o primeiro-ministro conversou com todas as pessoas que queriam falar com ele, não aos berros dos adversários, porque a liberdade foi criada para todos e não só para alguns”, fez ainda questão frisar Paulo Portas.

No lançamento da Maratona Portugal à Frente, 1500 apoiantes juntaram-se num almoço em Barcelinhos. Pedro Passos Coelho...
Posted by Portugal À Frente - Distrito de Braga on Sábado, 12 de Setembro de 2015