11 setembro, 2015

Conhecimento e investigação estão a ser decisivos para crescimento económico e emprego



Cabeça de lista da coligação Portugal à Frente, Jorge Moreira da Silva, dedicou jornada ao ensino superior e à ciência no distrito de Braga

O conhecimento e a investigação, associados ao empreendedorismo e à capacidade de inovação, estão a ser decisivos na recuperação económica e aumento do emprego em Portugal.


Numa jornada dedicada ao ensino superior e à ciência no distrito de Braga, o cabeça de lista da coligação Portugal à Frente, Jorge Moreira da Silva, quis realçar o impacto positivo de um dos vetores estratégicos das reformas implantadas pelo atual governo e que importa agora consolidar para um ciclo de afirmação ainda mais crescente da economia nacional no contexto global.

"Os centros de investigação deste distrito têm uma importância vital para a nova agência de desenvolvimento económico", assumiu Jorge Moreira da Silva, no balanço de uma série de encontros e reuniões com responsáveis da Universidade do Minho, em Guimarães, e Lusíada e CESPU, em Vila Nova de Famalicão.

O cabeça de lista da coligação PSD-CDS-PP - que esteve acompanhado pelos também  candidatos Hugo Soares, Vânia Dias da Silva e Otília Ferreira Gomes - sublinhou que “a empregabilidade dos jovens é a principal prioridade que se coloca nestas eleições, dependendo muito de cada euro ser reproduzido em investimento e em inovação”.

“Temos de passar rapidamente para a fase de transformar o conhecimento em dinheiro”, salientou, vincando a importância da estratégia de crescimento inteligente para o sucesso do país.

"A estratégia para crescimento e emprego depende essencialmente da aposta no conhecimento, na inovação, no empreendedorismo e na política industrial. Por isso, existe uma importância redobrada para as questões do ensino superior e da ciência, porque traduzem um fator de igualdade de oportunidades, prosperidade e portanto de evolução social", explicou.

Em Guimarães, Moreira da Silva destacou “a interligação do ensino superior, como é o caso da Universidade do Minho, com as empresas da região". Chamou mesmo a atenção para o facto de "o financiamento privado, a partir de contratos celebrados com a indústria do Minho e do Norte, superar já o financiamento público para a investigação científica na UMinho”.

“Foi muito interessante verificar os ecossistemas de investigação e as ligações com as autarquias e as empresas da região”, destacou Jorge Moreira da Silva, explicando “ter sido discutido o futuro quanto à inovação e à ciência, bem como a internacionalização do sistema científico”.

Almoço de trabalho com a AAUM

No périplo pelas universidades, Jorge Moreira da Silva teve ainda a oportunidade de almoçar na cantina da Universidade do Minho com os dirigentes da Associação Académica, numa ação que serviu para analisar diversas questões que preocupam os estudantes.

O presidente da AAUM, Carlos Videira, apontou a abertura da coligação Portugal à Frente para encontrar soluções face "aos problemas da ação social escolar e do abandono escolar", a par de questões relativas às candidaturas às bolsas de estudo e dos seus critérios de atribuição.

A segurança nos Campus de Gualtar, em Braga, e Azurém, em Guimarães, foi outra das áreas abordadas entre a coligação Portugal à Frente e a AAUM, que defendeu a instalação de um Gabinete de Inserção Profissional da Academia em Guimarães, a necessidade de construção de uma nova sede e a reativação da Fundação da AAUM.