Cabeça de lista da coligação Portugal à
Frente, Jorge Moreira da Silva, dedicou jornada ao ensino superior e à ciência
no distrito de Braga
O
conhecimento e a investigação, associados ao empreendedorismo e à capacidade de
inovação, estão a ser decisivos na recuperação económica e aumento do emprego
em Portugal.
Numa
jornada dedicada ao ensino superior e à ciência no distrito de Braga, o cabeça
de lista da coligação Portugal à Frente, Jorge Moreira da Silva, quis realçar o
impacto positivo de um dos vetores estratégicos das reformas implantadas pelo
atual governo e que importa agora consolidar para um ciclo de afirmação ainda
mais crescente da economia nacional no contexto global.
"Os
centros de investigação deste distrito têm uma importância vital para a nova
agência de desenvolvimento económico", assumiu Jorge Moreira da Silva, no
balanço de uma série de encontros e reuniões com responsáveis da Universidade
do Minho, em Guimarães, e Lusíada e CESPU, em Vila Nova de Famalicão.
O
cabeça de lista da coligação PSD-CDS-PP - que esteve acompanhado pelos também
candidatos Hugo Soares, Vânia Dias da Silva e Otília Ferreira Gomes -
sublinhou que “a empregabilidade dos jovens é a principal prioridade que se
coloca nestas eleições, dependendo muito de cada euro ser reproduzido em
investimento e em inovação”.
“Temos
de passar rapidamente para a fase de transformar o conhecimento em dinheiro”,
salientou, vincando a importância da estratégia de crescimento inteligente para
o sucesso do país.
"A
estratégia para crescimento e emprego depende essencialmente da aposta no
conhecimento, na inovação, no empreendedorismo e na política industrial. Por
isso, existe uma importância redobrada para as questões do ensino superior e da
ciência, porque traduzem um fator de igualdade de oportunidades, prosperidade e
portanto de evolução social", explicou.
Em
Guimarães, Moreira da Silva destacou “a interligação do ensino superior, como é
o caso da Universidade do Minho, com as empresas da região". Chamou mesmo
a atenção para o facto de "o financiamento privado, a partir de contratos
celebrados com a indústria do Minho e do Norte, superar já o financiamento
público para a investigação científica na UMinho”.
“Foi
muito interessante verificar os ecossistemas de investigação e as ligações com
as autarquias e as empresas da região”, destacou Jorge Moreira da Silva,
explicando “ter sido discutido o futuro quanto à inovação e à ciência, bem como
a internacionalização do sistema científico”.
Almoço de trabalho com a AAUM
No
périplo pelas universidades, Jorge Moreira da Silva teve ainda a oportunidade
de almoçar na cantina da Universidade do Minho com os dirigentes da Associação
Académica, numa ação que serviu para analisar diversas questões que preocupam
os estudantes.
O
presidente da AAUM, Carlos Videira, apontou a abertura da coligação Portugal à
Frente para encontrar soluções face "aos problemas da ação social escolar
e do abandono escolar", a par de questões relativas às candidaturas às
bolsas de estudo e dos seus critérios de atribuição.
A
segurança nos Campus de Gualtar, em Braga, e Azurém, em Guimarães, foi outra
das áreas abordadas entre a coligação Portugal à Frente e a AAUM, que defendeu
a instalação de um Gabinete de Inserção Profissional da Academia em Guimarães,
a necessidade de construção de uma nova sede e a reativação da Fundação da AAUM.




