Cabeça de lista da coligação Portugal à Frente pelo distrito de Braga, Jorge Moreira da Silva, vincou impactos positivos das reformas no país a favor das famílias e das empresas portuguesas
A implementação das reformas e das novas políticas na área da energia assegurou ganhos importantes nos rendimentos para as famílias e as empresas, reforçando as capacidades de investimento privado do país. A revelação foi feita na noite de ontem, em Esposende, pelo cabeça de lista da coligação Portugal à Frente pelo distrito de Braga, Jorge Moreira da Silva.
"O Governo cortou nas rendas da eletricidade e também no gás. Se forem ver a fatura de gás de maio e de junho, verificarão que há uma descida de 7 a 12 por cento na fatura, uma metade relacionada com a descida da matéria prima, mas a outra conseguida através dos 150 milhões de euros que foram para o sistema nacional de gás e que serviram para baixar o seu preço às empresas e às famílias", explicou o candidato da coligação PSD/CDS-PP e atual ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia.
Numa conferência sobre 'O futuro da economia portuguesa', organizada pelo grupo GTI - Gestão, Tecnologia e Inovação para empresários da região, no Hotel Axis Ofir, Moreira da Silva frisou que os 150 milhões de euros foram uma imposição aos operadores do setor no mercado. O valor prende-se com os contratos de compra de gás da Argélia e da Nigéria, desde 2006, que geraram rendas exageradas que não foram partilhadas com o consumidor.
A propósito, o cabeça-de-lista da coligação no distrito lembrou o caso do setor da cerâmica, nomeadamente no Vale do Cávado, cuja competitividade estava muito dependente do preço destas fontes de energia.
Numa sessão que contou ainda com a participação do presidente da Câmara e mandatário concelhio da coligação, Benjamim Pereira, Jorge Moreira da Silva referiu-se também ao setor da eletricidade e ao chamado défice tarifário, lembrando que o atual Governo "é o primeiro em 40 anos que não só cortou nas rendas pagas às operadoras, como não aumentou nem um cêntimo ao défice tarifário”.
“Eu sei que o consumidor que olha para a sua fatura de luz ainda nota um aumento do preço em 1,5 ou dois por cento... Mas, a verdade, é que o Governo cortou quatro mil milhões de euros nas rendas excessivas no setor da eletricidade para que os consumidores não tivessem de pagar 13 a 14 por cento de aumentos das tarifas, que era o que iria acontecer para se poder pagar a dívida tarifária”, afirmou.
E acrescentou: “Com estes cortes teremos, em 2020, uma dívida tarifária de 600 milhões de euros, e não de seis mil milhões que era o que estava previsto. E, no final de 2015, passaremos a ter superavit tarifário e já este ano teremos o mais baixo défice tarifário de sempre”.
Perante um auditório com uma centena de pessoas, como o ex-autarca e empresário Alberto Queiroga Figueiredo e o presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, entre outros - Jorge Moreira da Silva salientou que “Portugal quer desenvolver as energias renováveis e, em simultâneo, cortar nas rendas".
"E não devemos ter de escolher entre uma coisa e outra, porque para Portugal é bom ter renováveis, para reduzir a nossa dependência energética do exterior e para ter emprego e ter riqueza”, adiantou Jorge Moreira da Silva
O cabeça-de-lista de Portugal à Frente sublinhou que foi para isso que “Portugal participou em Bruxelas no acordo para as interligações energéticas, que vai permitir que o país tenha 10 por cento de ligações a Espanha e a França, de imediato, e 15 por cento até 2020, com a vantagem de reduzir os custos da energia na Europa em 40 mil milhões por ano e de Portugal poder exportar a energia renovável que produz”.
Modernização sustentada da economia
Num debate com empresários que foi moderado pelo diretor do jornal Correio do Minho, Paulo Monteiro, houve ainda oportunidade para Jorge Moreira da Silva abordar vários aspetos que se prendem com a modernização sustentada da economia, utilizando a expressão “responsabilidade orçamental e não consolidação orçamental”.
O líder da coligação PSD/CDS-PP no distrito explicitou que "só com défice zero em 2020 e excedente orçamental a partir daí, Portugal terá condições para libertar fundos para a economia e baixar impostos - que é o que todos queremos”.
“O quadro macro-económico do PS não é comparável, pois admite um défice ao longo da próxima legislatura”, vincou, sublinhando que “o excedente orçamental permite uma distribuição mais adequada da riqueza, o combate às desigualdades, políticas sociais mais avançadas, recursos para um Estado Social reforçado e para pagar a dívida e mais condições para baixar impostos”.
O líder da coligação PSD/CDS-PP no distrito explicitou que "só com défice zero em 2020 e excedente orçamental a partir daí, Portugal terá condições para libertar fundos para a economia e baixar impostos - que é o que todos queremos”.
“O quadro macro-económico do PS não é comparável, pois admite um défice ao longo da próxima legislatura”, vincou, sublinhando que “o excedente orçamental permite uma distribuição mais adequada da riqueza, o combate às desigualdades, políticas sociais mais avançadas, recursos para um Estado Social reforçado e para pagar a dívida e mais condições para baixar impostos”.
Benjamim Pereira: trabalho sereno e eficaz
Como mandatário concelhio da coligação Portugal À Frente, o presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira, destacou os grandes feitos do governo PSD/CDS-PP liderado por Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, reservando uma palavra especial para o "trabalho sereno e eficaz" desenvolvido por Jorge Moreira da Silva na área do ambiente.
O concelho de Esposende e o litoral Norte foram apontados por Benjamim Pereira como territórios que puderam mais beneficiar da "intervenção sempre muito bem estruturada, devidamente delineada e concretizada de forma célere e extremamente eficiente" do ministério tutelado por Jorge Moreira da Silva, que foi resolvendo imensos problemas da zona costeira e áreas protegidas.
Em contraponto, o autarca esposendense denunciou “os verdadeiros fracassos da política socialista” e "as promessas que nunca passam da retórica já reiteradas pelas candidaturas do PS em alturas eleitorais".
“Em todos os governos liderados pelo Partido Socialista, houve enormes e graves irresponsabilidades, que se abateram sempre sobre e contra o povo português”, afirmou o autarca. Para agravar a situação, foram evidente as promessas falhadas do PS, como "os tais 150 mil empregos, o choque tecnológico e o 'Magalhães', bem como os projetos megalómanos do TGV, o novo aeroporto e as PPP rodoviárias, quando o país já estava com a economia completamente destruída ”.
O concelho de Esposende e o litoral Norte foram apontados por Benjamim Pereira como territórios que puderam mais beneficiar da "intervenção sempre muito bem estruturada, devidamente delineada e concretizada de forma célere e extremamente eficiente" do ministério tutelado por Jorge Moreira da Silva, que foi resolvendo imensos problemas da zona costeira e áreas protegidas.
Em contraponto, o autarca esposendense denunciou “os verdadeiros fracassos da política socialista” e "as promessas que nunca passam da retórica já reiteradas pelas candidaturas do PS em alturas eleitorais".
“Em todos os governos liderados pelo Partido Socialista, houve enormes e graves irresponsabilidades, que se abateram sempre sobre e contra o povo português”, afirmou o autarca. Para agravar a situação, foram evidente as promessas falhadas do PS, como "os tais 150 mil empregos, o choque tecnológico e o 'Magalhães', bem como os projetos megalómanos do TGV, o novo aeroporto e as PPP rodoviárias, quando o país já estava com a economia completamente destruída ”.
O Eng. Jorge Moreira da Silva esteve em Esposende na Conferência "O Futuro da Economia Portuguesa" organizada pela GTI.
Posted by Portugal À Frente - Distrito de Braga on Segunda-feira, 14 de Setembro de 2015


