Professor deixou
mensagem de apoio e incentivo à coligação Portugal À Frente, em ações de
campanha em Guimarães e Vila Nova de Famalicão
Numa jornada de apoio à campanha da coligação Portugal À Frente no distrito de Braga, Marcelo Rebelo de Sousa deixou hoje "uma análise crítica e desapaixonada" sobre as perspetivas para as próximas eleições legislativas, vincando as vantagens cada vez mais evidentes das opções da coligação PSD/CDS-PP em relação ao desnorte do PS e de António Costa.
Numa jornada de apoio à campanha da coligação Portugal À Frente no distrito de Braga, Marcelo Rebelo de Sousa deixou hoje "uma análise crítica e desapaixonada" sobre as perspetivas para as próximas eleições legislativas, vincando as vantagens cada vez mais evidentes das opções da coligação PSD/CDS-PP em relação ao desnorte do PS e de António Costa.
Em ações que tiveram lugar em Guimarães e Vila
Nova de Famalicão, acompanhado por Jorge Moreira da Silva, Telmo Correia de
mais candidatos da coligação, Rebelo de Sousa deixou mensagens de confiança e
incentivo, frisando o mérito da candidatura Portugal À Frente em
contraponto ao reconhecido e surpreendente falhanço da campanha
socialista.
Num almoço em Guimarães, Marcelo
enumerou mesmo as causas sobre “o que está errado e a correr mal na
estratégia do Partido Socialista", de tal forma que "decorridos
poucos meses o PS passou da vantagem que tinha para uma perda de velocidade, em
contraste com o crescendo da coligação".
Optando por fazer uma análise
desapaixonada - até porque essa é a forma mais fácil de explicar às pessoas e
elucidar os indecisos -, Marcelo sublinhou que “a primeira coisa que está a
correr mal é António Costa ter dificuldade em explicar o que se passou
em Portugal em 2011, aquando da entrada da troika e do memorando do
entendimento”.
“Nunca houve no discurso do
Partido Socialista uma explicação para o que aconteceu em 2011 e para aquilo
que já se está a passar hoje em dia, com as melhorias entretanto havidas”,
salientou o Professor.
“A segunda coisa a explicar é como
é que o país se salvou”, desafiou, fazendo logo o contraste com a situação
em que se encontrava o país até à entrada da atual coligação no governo.
Comentando a postura de António Costa,
o professor Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou que “ao contrário de todos os
seus antecessores, o atual líder do Partido Socialista não se posiciona ao
centro”.
“Mário Soares, António Guterres e mesmo
José Sócrates posicionaram-se ao centro, só que agora António Costa
tem tido umadificuldade enorme em posicionar-se, em fazer a escolha,
entre posicionar-se ao centro para conquistar o eleitorado central e para
tentar governar o país ao centro, ou então fazer um apelo útil à esquerda e
assim posicionar-se à esquerda”, denunciou Marcelo Rebelo de Sousa.
“Isso obriga a dois discursos ao
mesmo tempo e que são muito confusos para a cabeça dos
portugueses: por um lado o discurso de quem quer ser primeiro-ministro
ao centro, mas está permanentemente a ter de fazer viragens, acenos
e apelos à esquerda”, disse o Professor Marcelo Rebelo de Sousa em
Guimarães.
“Todos temos noção de que governar
Portugal não está fácil, que o tempo dos homens providenciais passou e
não pode chegar uma pessoa a dizer eu vou formar uma equipa e governar o país”,
criticou Marcelo, destacando que “isso é aquilo que tem acontecido sempre a
António Costa, que é um homem só”.
Marcelo sobre os méritos da coligação
Portugal À Frente
Falando sobre “a outra realidade e que
é o discurso da coligação, constata-se que desde o início da
pré-campanha a coligação tem apresentado um discurso para o que se passou em
2011 e para aquilo que se está a passar agora”.
“A maioria PSD/CDS-PP está a explicar
porque tomou medidas e realizou defesas, perante a situação
financeira que levou à entrada da troika e ao memorando de entendimento”, disse
ainda o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, perante centenas de apoiantes, no
restaurante da Quinta de Castelães, em São João da Ponte.
“Os portugueses terão assim de
decidir no dia 4 de outubro se querem um homem só ou uma equipa, isto é, se
querem quem anda por aí a deambular entre o centro e a esquerda ou quem está de
facto ao centro”, concluiu o Professor, que teve ainda uma visita à fábrica
da Leica Portugal e um passeio pelo centro de Vila Nova de Famalicão, onde
muitos foram os populares que quiseram estar à conversa com Marcelo.
Moreira da Silva: "eleições
importante para não empatarem Portugal"
Nesta jornada, o cabeça-de-lista da
coligação no distrito, Jorge Moreira da Silva - que recebeu
rasgados elogios á capacidade de governação e extensa carreira em Portugal e no
estrangeiro -, alertou que as próximas eleições legislativas "são
muito importantes e decisivas", mas "não porque estejam muito
empatadas, mas sim porque podem empatar Portugal irremediavelmente”.
“Este governo é o autor das reformas
que trouxeram a recuperação de Portugal: o equilíbrio orçamental, o
crescimento da economia, o aumento das exportações com recordes de subida
históricos... Neste tempo de austeridade, ainda aumentamos em Portugal a
despesa social em 2,7 mil milhões de euros para socorrer os mais desprotegidos,
temos mais médicos de família, mais competitividade, menos dependência
energética e mais solidariedade", explicou Moreira da Silva.
Em contraponto, apontou que “o PS
foi responsável pela dívida criada, foi autor do memorando e chamou a Troika a
Portugal. Mas depois não teve a dignidade de se colocar ao lado dos
portugueses - não do governo, mas dos portugueses.”
Como líder dos candidatos do CDS na
coligação, Telmo Correia lamentou também que, "ao fim destes anos todos, ainda
não ouvimos os socialistas dizerem o que fizeram mal, onde falharam, nem muito
menos pedir desculpas aos portugueses. Isso é muito mau sinal. Significa
que vão fazer tudo outra vez igual. Os portugueses não podem
aceitar semelhante desgoverno.”
No encontro em Guimarães, o líder
concelhio local do PSD e candidato autárquico da coligação, André Coelho Lima,
enalteceu a obra conseguida nos últimos quatro anos, depois da pesada herança:
"Passos Coelho e este governo foram eleitos pelos portugueses para
salvar um país em situação se falência. Conseguiram superar as dificuldades.
Venceram. Foi uma gestão de sucesso. Seria um erro primário desperdiçar tamanha
demonstração de qualidade e competência".
Professor deixou mensagem de apoio e incentivo à coligação Portugal À Frente, em ações de campanha em Guimarães e Vila...
Posted by Portugal À Frente - Distrito de Braga on Terça-feira, 8 de Setembro de 2015




