Jorge Moreira da Silva, líder da
coligação Portugal à Frente no distrito de Braga, destaca adesão popular a
campanha positiva a favor dos portugueses e do país
O
cabeça de lista da coligação Portugal à Frente, Jorge Moreira da Silva,
defendeu hoje, em Braga, a regeneração urbana como "uma necessidade e uma
oportunidade", com um enorme potencial de favorecer a dinamização
económica e o emprego. Acresce ainda o impacto de ajudar à revitalização do
setor da construção civil e promover o crescimento sustentável.
Numa
jornada de contactos populares que evidenciaram a adesão entusiástica à
campanha da coligação PSD/CDS-PP, nomeadamente na feira semanal de Braga, Jorge
Moreira da Silva apontou a regeneração urbana como uma “clara aposta” da
coligação, frisando que são de 3 mil milhões de euros disponíveis, seja através
de fundos comunitários, do Banco Europeu de Investimento e da banca privada de retalho.
“Trata-se
de um grande investimento que chegará à economia para a regeneração urbana e a
eficiência energética, nas empresas e habitações, nas autarquias e no Estado”,
referiu o líder da coligação Portugal à Frente.
Destacou
que, “além do mais, essa aposta traduzirá uma grande oportunidade para as
empresas ligadas à construção civil e os cidadãos que verão com a reabilitação
urbana finalmente possibilidade de melhorar condições de habitabilidade”.
De
acordo com Moreira da Silva, “os próximos quatro anos serão muito marcados pela
regeneração das nossas cidades”, o que constituiu "uma vantagem não só
para todos os cidadãos e para a redução da nossa dependência energética, mas
também ao setores ligados à água e aos resíduos”.
Liderando
uma comitiva que integrou também os candidatos a deputados Fernando Negrão,
Clara Marques Mendes Hugo Soares e Vânia Dias da Silva, Jorge Moreira da Silva
esteve também de visita ao Grupo DST, aproveitando para a enaltecer a postura
das empresas da construção civil em "ousar, competir e vencer, no que é um
bom exemplo de empreendedorismo e inovação”.
Otimismo para vitória
"claríssima" no distrito
A
recuperação económica e social do país foi uma das tónicas do discurso, ao
longo de uma jornada em que a coligação Portugal à Frente esteve igualmente de
visita a empresas do concelho de Guimarães - a Herdmar e a Belo Inox - e os
Bombeiros Voluntários, assim como valências sociais da Santa Casa da
Misericórdia de Cabeceiras de Basto.
Jorge
Moreira da Silva deu nota “do cada vez maior otimismo ao longo desta campanha”
e avançou como meta “obter uma vitória claríssima no distrito de Braga,
contribuindo resultados para ter uma maioria estável no contexto nacional”.
“O
distrito de Braga, sendo o terceiro maior do país, em termos eleitorais, terá
um contributo decisivo para uma solução de estabilidade, mas não basta vencer,
pois é importante que a vitória no dia 4 de outubro dê aos portugueses a
garantia de que no dia seguinte estamos em condições de continuar a reformar
para se criar mais emprego e fomentar o crescimento”, argumentou.
O líder
da coligação no distrito adiantou que a estratégia eleitoral passa por dar "uma
atenção especial ao eleitorado do centro, que vai fazendo as suas opções em
função dos projetos que vai conhecendo”, e que "será absolutamente decisivo
para as condições de estabilidade e de governabilidade”.
“Em
função da campanha pela positiva que estamos a fazer, dando às pessoas a
esperança que, no dia seguinte às eleições, com esta coligação, haverá
condições para continuar a reformar o país, tem sido muito importante”, afirmou
Moreira da Silva.
Em
contraponto, lamentou "as declarações que ultimamente têm sido proferidas
pelo líder do Partido Socialista, porque coloca o país num risco de
ingovernabilidade em função do resultado que se alcançar no próximo dia 4 de outubro”,
para além de António Costa anunciar já a intenção de "bloquear todas as
soluções de governo e de governabilidade”.
Em seu
entender, “se o Partido Socialista vencesse as eleições, isso poderia
traduzir-se numa coligação à esquerda com tudo aquilo que se revela de
instável, quer dizer uma coligação PS-PCP ou PS-Bloco de Esquerda ou ainda
PS-Bloco de Esquerda-PCP, facilmente se percebe que seria uma coligação com
enorme instabilidade”.
#PortugalàFrente #SomosMais #PodeMais #AgoraPortugalPodeMais #Legislativas2015
Posted by Portugal À Frente - Distrito de Braga on Terça-feira, 22 de Setembro de 2015



