António Murta - mandatário da coligação Portugal À Frente no distrito de Braga - enaltece trabalho frutuoso do governo PSD/CDS-PP para lançar ciclo de crescimento sustentável
O combate ao desemprego é a grande prioridade para o distrito e para o País. Trata-se de resolver dramas de famílias e colocar a economia ao serviço das pessoas. Para isso, é preciso um crescimento sustentável, em investimento que gera emprego e novas mais valias, e nunca a ilusão consumista e endividadora. A receita foi deixada hoje, em Braga, pelo mandatário distrital da coligação Portugal À Frente, António Murta, um independente e investigador académico associado ao empreendedorismo.
"O
crescimento da economia implica que o país não volte às práticas do anterior
Governo. Não podemos sequer chegar perto de há quatro anos atrás.
Precisamos de combater o desemprego, mas isso
só é viável se houver um crescimento baseado na exportação e no
investimento e não no consumo”, avisou.
Numa sessão pública no centro da cidade em que se
apresentou ao lado do cabeça-de-lista Jorge Moreira da Silva e da candidata a
deputada Vânia Dias da Silva, o mandatário distrital enalteceu o trabalho “duro” feito nos últimos anos e
“em condições muito difíceis” pelo atual Governo PSD/CDS.
"O atual crescimento da economia de 1,7 por
cento é positivo, mas é preciso crescer
ainda mais", assumiu António Murta, vincando que o caminho certo é prosseguir
o trabalho feito pelo governo liderado por Pedro Passos Coelho.
E confessou que, há quatro anos atrás, ninguém
acreditaria - nem ele próprio - que as
exportações iriam valer 42 por cento do PIB.
Entre os indicadores que demonstram o resultado
frutuoso do trabalho do atual governo, Murta destacou ainda que “45 por cento
do investimento alemão em Portugal faz-se nos distritos de Braga e do Porto. E isso, não é obra do acaso. Tem a ver com as
pessoas destes dois distritos”.
Um provedor da população e um provocador do poder
Para o cabeça de lista da Coligação Portugal à
Frente pelo círculo eleitoral de Braga, Jorge
Moreira da Silva, a escolha do investigador universitário António Murta
para mandatário distrital “não foi obra do acaso”, pois trata-se de "alguém que sempre lutou pelo crescimento
sustentável do País".
“António Murta é um homem que se bateu por soluções
de crescimento sustentável para a economia, apoiadas no conhecimento e para a resolução
dos problemas estruturais de Portugal”, frisou, sublinhando que tal atuação
coincide com as propostas que a Coligação agora apresenta aos portugueses.
Numa posição consonante com o mandatário da
candidatura, sublinhou que “só será possível vencer os problemas do futuro com
uma política em que cada euro investido
seja rentabilizado com criação de valor e consequente melhoria da vida dos
cidadãos”.
Para António Murta, o líder da candidatura da
coligação PSD/CDS no distrito deixou responsabilidades
acrescidas, como espécie de provedor da população e do distrito, ao mesmo
que se assume como provocador do poder. “O mandatário tem a dupla função de nos trazer as preocupações dos cidadãos e de
propor medidas ou políticas que
ajudem a incrementar o caminho de progresso que o país voltou a trilhar”.
Na intervenção inicial da sessão, Vânia Dias da
Silva lembrou que “Portugal encontrou, de novo, o caminho certo", pelo que “não pode voltar para trás”.
A secretária de Estado e candidata da coligação a
deputada destacou ser António Murta “um empresário com imenso sucesso” e que
“representa aquilo que esta coligação defende para Portugal: fazer avançar a economia, a fim de
crescer sustentadamente, como tem vindo a acontecer neste novo ciclo desde
2013".
"Em 2015, já se vêem provas do trabalho que
temos feito. Agora, de facto Portugal não pode voltar para trás, e mais: é com este governo que Portugal está agora
em condições de fazer muito mais”, assumiu Vânia Dias da Silva.
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Nota biográfica
António
Murta é licenciado em Engenharia de Sistemas pela Universidade do Minho, tendo
ainda concluído o MBA pelo ISEE (Universidade do Porto), assim como o AMP pelo
INSEAD. Entre 1991 e 1997 exerceu funções de Director de Sistemas de Informação
da Sonae Distribuição. Fundou a Enabler, empresa integradora de sistemas de
informação focada em retalho, e ocupou o cargo de VP na Wipro Retail após esta
ter adquirido a Enabler. É ainda sócio fundador de várias outras empresas de
TI, entre as quais a MobiComp (entretanto adquirida pela Microsoft), a IT
Peers, a Profimetrics, a QuiiQ e a Cardmobili. Atualmente é Managing Director
da Pathena, sociedade de investimentos que fundou com outros sócios.
É Membro do Conselho Geral da Universidade do Minho
e Diretor Não-Executivo da COTEC Portugal. Mais recentemente, António Murta foi
nomeado Membro do CNEI – Conselho Nacional para o Empreendedorismo e Inovação,
assim como representante de Portugal na Digital Agenda for Europe.


