31 agosto, 2015

Crescimento implica investimento que gera emprego e não dívida

António Murta - mandatário da coligação Portugal À Frente no distrito de Braga - enaltece trabalho frutuoso do governo PSD/CDS-PP para lançar ciclo de crescimento sustentável


O combate ao desemprego é a grande prioridade para o distrito e para o País. Trata-se de resolver dramas de famílias e colocar a economia ao serviço das pessoas. Para isso, é preciso um crescimento sustentável, em investimento que gera emprego e novas mais valias, e nunca a ilusão consumista e endividadora. A receita foi deixada hoje, em Braga, pelo mandatário distrital da coligação Portugal À Frente, António Murta, um independente e investigador académico associado ao empreendedorismo.

"O crescimento da economia implica que o país não volte às práticas do anterior Governo. Não podemos sequer chegar perto de há quatro anos atrás. Precisamos de combater o desemprego, mas isso só é viável se houver um crescimento baseado na exportação e no investimento e não no consumo”, avisou.

Numa sessão pública no centro da cidade em que se apresentou ao lado do cabeça-de-lista Jorge Moreira da Silva e da candidata a deputada Vânia Dias da Silva, o mandatário distrital enalteceu o trabalho “duro” feito nos últimos anos e “em condições muito difíceis” pelo atual Governo PSD/CDS.

"O atual crescimento da economia de 1,7 por cento é positivo, mas é preciso crescer ainda mais", assumiu António Murta, vincando que o caminho certo é prosseguir o trabalho feito pelo governo liderado por Pedro Passos Coelho.
E confessou que, há quatro anos atrás, ninguém acreditaria - nem ele próprio - que as exportações iriam valer 42 por cento do PIB.

Entre os indicadores que demonstram o resultado frutuoso do trabalho do atual governo, Murta destacou ainda que “45 por cento do investimento alemão em Portugal faz-se nos distritos de Braga e do Porto. E isso, não é obra do acaso. Tem a ver com as pessoas destes dois distritos”.


Um provedor da população e um provocador do poder


Para o cabeça de lista da Coligação Portugal à Frente pelo círculo eleitoral de Braga, Jorge Moreira da Silva, a escolha do investigador universitário António Murta para mandatário distrital “não foi obra do acaso”, pois trata-se de "alguém que sempre lutou pelo crescimento sustentável do País".

“António Murta é um homem que se bateu por soluções de crescimento sustentável para a economia, apoiadas no conhecimento e para a resolução dos problemas estruturais de Portugal”, frisou, sublinhando que tal atuação coincide com as propostas que a Coligação agora apresenta aos portugueses.

Numa posição consonante com o mandatário da candidatura, sublinhou que “só será possível vencer os problemas do futuro com uma política em que cada euro investido seja rentabilizado com criação de valor e consequente melhoria da vida dos cidadãos”.

Para António Murta, o líder da candidatura da coligação PSD/CDS no distrito deixou responsabilidades acrescidas, como espécie de provedor da população e do distrito, ao mesmo que se assume como provocador do poder. “O mandatário tem a dupla função de nos trazer as preocupações dos cidadãos e de propor medidas ou políticas que ajudem a incrementar o caminho de progresso que o país voltou a trilhar”.

Na intervenção inicial da sessão, Vânia Dias da Silva lembrou que “Portugal encontrou, de novo, o caminho certo", pelo que “não pode voltar para trás”.

A secretária de Estado e candidata da coligação a deputada destacou ser António Murta “um empresário com imenso sucesso” e que “representa aquilo que esta coligação defende para Portugal: fazer avançar a economia, a fim de crescer sustentadamente, como tem vindo a acontecer neste novo ciclo desde 2013".

"Em 2015, já se vêem provas do trabalho que temos feito. Agora, de facto Portugal não pode voltar para trás, e mais: é com este governo que Portugal está agora em condições de fazer muito mais”, assumiu Vânia Dias da Silva.


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Nota biográfica

António Murta é licenciado em Engenharia de Sistemas pela Universidade do Minho, tendo ainda concluído o MBA pelo ISEE (Universidade do Porto), assim como o AMP pelo INSEAD. Entre 1991 e 1997 exerceu funções de Director de Sistemas de Informação da Sonae Distribuição. Fundou a Enabler, empresa integradora de sistemas de informação focada em retalho, e ocupou o cargo de VP na Wipro Retail após esta ter adquirido a Enabler. É ainda sócio fundador de várias outras empresas de TI, entre as quais a MobiComp (entretanto adquirida pela Microsoft), a IT Peers, a Profimetrics, a QuiiQ e a Cardmobili. Atualmente é Managing Director da Pathena, sociedade de investimentos que fundou com outros sócios.

É Membro do Conselho Geral da Universidade do Minho e Diretor Não-Executivo da COTEC Portugal. Mais recentemente, António Murta foi nomeado Membro do CNEI – Conselho Nacional para o Empreendedorismo e Inovação, assim como representante de Portugal na Digital Agenda for Europe.